" ESCREVER É PRECISO "

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

 

ESCREVENDO .....

  ITINERANTES DE GAIA



Soneto de Natal (Gaia-25/12/25)


Das profecias de Jesus menino

um anúncio humilde se cumpriu

sobre um mundo desumano e hostil

o “Deus conosco” humano e divino.


À luz da paz pelo ventre feminino 

pela pobre manjedoura revelada

uniu-se na diversidade consagrada

um sinal às nações do espírito natalino.


Concebida a salvação pelo nascimento

vejo famílias e crianças em sofrimento

sem pão, sem água e o mundo em guerra


enquanto tantos rostos abatidos 

outros banquetes são bem servidos 

celebram a vida ou a morte na terra?




(Gaia)

Minha memória lembra que esqueci de muitas coisas e que preciso continuar relendo a

história e as vivências para o porvir e para a reconstrução que identifique o sentido vital

da cultura de paz. 




Paisagem diferente (GAIA)


Vejo uma paisagem diferente

que me abraça e me beija no ventre

que arquiteta uma viagem estelar

que liberta o povo para amar.


Emergem manifestações da terra

saltitam vozes - revolutivas pedras

e dos fragmentos populares explodem

átomos dos sentimentos que não morrem.


E na visão solar da liberdade

o amanhecer desvela a verdade 

o vento leva a desumana indiferença

aos tiranos hipócritas dá-lhe a sentença.


Violenta política de corruptos

martelo sacro de poder absoluto 

pesa sobre a Gaia e a democracia 

que resistem na luta com utopia. 



* Só quero expandir a arte de ler a realidade que confraterniza.

Ser professor exige atitude por Justiça social,

 paz e solidariedade.

***   ***   ***

Amanhã será outro dia

Estamos bem articulados 

Precisamos estar nas ruas

Unidos no mesmo legado

Juntos seremos mais fortes

Lutar para não ser explorado.


* NO MURO ESTÁ ESCRITO COM SANGUE: PAZ! 

* Estimulado a fazer poesia, senti e sinto o impulso de lembrar o maranhense Ferreira Gullar, que disse: "a arte existe porque a vida não basta". E complemento, escrevo poesia como um ato revolucionário em favor da paz. Um abraço fraterno.


* Só quero expandir a arte de ler a realidade que confraterniza.



* O tempo vem me chegando com tantos afazeres entre prioridades para escolher com a amada e a minha decisão pessoal como um dilema. Contudo, tenho carinho sincero e cordial atenção pela passagem da vida, e perante a realidade, temos a arte que nos revigora. Espero encontrar em breve e em algum momento, partindo de mim e do coletivo, um tempo favorável para uma convivência mais fraterna e o cuidado com a natureza. 


É preciso cuidar da Natureza, da ecologia, da biodiversidade, do ecossistema, e nós, os seres humanos, estamos inclusos na Natureza. Nossa sustentabilidade e sobrevivência depende desse cuidado. Pena que o Planeta está sendo destruído. Tanta ciência e tecnologia em contradição com as guerras e a fome. Estamos fazendo o caminho de volta. A Natureza é justa. Nossa racionalidade é bruta.


 Porquê?


Por que não dói e aperta o coração do ditador?

Se no coração da vida pulsa o gérmen sano?

Por que o ódio consome tanto o ser humano?

Se a natureza expressa tanta beleza e amor? 


Por que tantas guerras em nossa história

quando a paz é bem mais acessível 

e ao invés da ganância, se o amor é possível?

Onde foi que enterraram a misericórdia?


Por que o injusto tem o céu aqui na terra?

Por que a humanidade se desespera?

Por que nasceu o danoso e monstruoso mal?


Por que sinto o aperto e a dor moral?

Por que, então, perguntar pelo bem?

Se somos todos do mesmo hálito do Éden?



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Até quando?

Até quando os gananciosos e os tiranos existirão causando guerras e matando de fome milhares de pessoas na terra cheia de fartura?

Até quando haverá negligentes possuindo a terra em detrimento de pessoas famintas e subalternas. 

Até quando será preciso dizer para deixar de seguir o modelo capitalista neoliberal que tanto oprime?

Até quando ouviremos as promessas vazias entre tribunais e altares com palavras ao vento que só entristecem?

Até quando a terra precisa gritar o seu lamento por compaixão por causa da violência e destruição humana?


______________________

FRATELLO


Fratello, 

come stai?

Parla con me come strumento di felicità

ao som de um violino 

ouvindo Pausini

tocado no piano de uma artesã

degustando um vinho tinto com pizza ou risoto

sentado numa poltrona de um banquete

servido de um delicioso cappuccino

numa porcelana com panetone 

e com o clima carnavalesco 

seremos os maestros e os sonetistas

ou os palhaços de nossas graças

numa Divina Comédia de Dante 

com os caprichos de uma aquarela 

expresso num portfólio de uma gazeta

que se faz alarme popular como cascata

dando trampolim nas políticas.

Assim, seremos como no diário de fotografias

na distância ou em outras direções 

buscando na noite em cada estrela 

em não temer.

Quero dizer-te  

que se ver a luz no horizonte 

e por isso não abandones a esperança.

Mais uma vez eu canto

pelas pedras do caminho

anunciando o meu abraço

o ser entre o tempo e o espaço 

e a vida que é mais essencial.

Tchau!


____________________

*GENEALOGIA DA FAMÍLIA SOUZA:

ANTÔNIO JOAQUIM DE SOUZA (* 27/10/1902  -  † 09/11/1988).& MARIA JOSÉ DA ANUNCIAÇÃO (* 25/03/1898  -  † 03 ou 13 (12)/05/1972).

1) José Santos 12/02/1929 - + 08/10/1985 & Neuza Serafim: (Edson, José, Jonas, Maria Auxiliadora, Jessé, Jônatas)

2) Manuel 1930 & Maria Judite: (Terezinha, Marluce, João Bosco †, Silvanete, Zezinho, Valdir, Lenilda †)

3) Juvenal 1931 & Maria Nelis: (Raimundo Evandro, Ozilan, Lucinete, Julcilan, Valsenir, Claudemir, Vilamar, Rose, Valtemir(Coquinho), Afrânio, José Landir †)

4) Maria Eliezita 1933 & Chicó: (Dulce Maria, Maria José (Mazé), José Osmar, Maria Vanda, José Valdo, Tereza, José Arnoldo, Maria Edite, Maria Necy, Maria Geralda(Gerardinha/Dina), Maria do Socorro

5) Maria Mariquinha (Maria Naisa) 1934 & Odilon Estevão: (José Adeon, João Aderlan, Adervilson, Vanúsia, Ateuno †)

6) Napoleão 1936 & Margarida: (Albani, Atemi, Albeni, Albaniza, Albenice)

7) João *1939 - †10/05/2025 & Irene

8) Alfredo 1940 & Tereza: (Jerônimo, Verônica, Veronice)

9) Maria Neuza (Nelsa)1942 & Antônio Simplício: (Adailton, Adailza, Aldeni(Ni); Socorro, Do Carmo, Marco, João Marcelo †)


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*TIO SANTO (genealogia)*


1- História de Sítio Alegre,

o distrito de Morrinhos,

nascida na terra plantada,

crescida no seu ninho,

um menino se fez homem

no meio de muitos primos.


2- Da família do vô Joaquim

e da vó Maria José

nasceram nove filhos:

três eram mulheres de fé,

eram todos agricultores,

mas um deles era o Zé.


3- O Zé Santo era o meu pai,

pois assim era chamado,

conhecido como tio Santo

rezador bem devotado,

tirava terço e novena

e ficou bem consagrado.


4- Conviveu no convento,

foi bom seminarista,

lá nas terras de Recife,

foi lá que limpou a vista,

casou com minha mãe Neuza,

missão por Deus prevista.


5- Zé Santo criou seis filhos

aumentando a primarada,

pros sobrinhos era o tio Santo,

que a todos abençoava,

ensinava a rezar o terço,

e assim, o Santo pregava.


6- Do campo para a cidade 

a vida fez reboliço,

o Zé que era o tio Santo,

seguia o seu caminho,

em casa sempre acolheu 

os conterrâneos do Sítio.


7- Já disse os nomes dos pais

e agora sigo contando

listando os irmãos do Zé

(José Santos),

vou começar anotando:

Manuel, Juvenal, Eliezita,

Mariquinha e continuando...


8- Napoleão, João e Alfredo,

Nelsa sendo a caçula.

Cada ano era uma semente,

haja feijão com rapadura, 

milho, café e farinhada,

e animação de fartura.


9-  Ainda no rumo da prosa

desta família do sertão,

com crença, fé e coragem,

com esperança no coração,

juntando, vó, vô, ti Santo,

vê-se a prole dos irmãos.


10- A história continua 

com toda primarada,

parece uma grande árvore

da família abençoada,

em nome da santidade,

aqui a narrativa não acaba.


* [55 primos]



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(Fragmento de "Rebeca vai à luta" - Crônicas)


❤️ (REBECA)

*Não esfrie a panela de pressão debaixo d'água.

*Atividade física, bom humor e amizade mantém a mente saudável.

*Você é o que pensa ou pensa o que é?

*A vida pode ser de um segundo ou cem anos. A gente vive todo dia e todo dia tem gente sem vida.

*

É o Natal de 2025. Conseguimos reunir alguns membros da família, entre os quais estavam o Jonas Filho com a esposa Juliana,  o filho Davi Lucas, e a filha, Júlia Mayra. Do lado da Creuza, estava o filho, Natanael, o pai, José Valdo, as filhas, Denise com o Solanildo e a Camili com o esposo Anderson. 

Dezembro está muito quente na região metropolitana de Fortaleza. 

Fizemos um chester e um pernil para celebrarmos em família. Os netos curtiram muito aqui em casa. Gostam de vir pra casa do vô na Pacatuba. Estamos curtindo as férias. Rebeca vai para Beberibe com a família do namorado Ismael. Vou com a Creuza para a casa de praia da prima na Caponga. Depois do ano novo, vou com a Creuza visitar os familiares da parte do meu pai, em Sítio Alegre, Morrinhos. Combinei com a Rebeca irmos em janeiro para Icapuí. 

Agora vou ter que levar a Rebeca pra casa...

(Fragmento de "Rebeca vai à luta" - Crônicas)

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026


POECOLOGIA

DO

ECOPOEMA

 

Escrevo o eco da poesia ecológica

incluindo a interioridade extensiva

irmanada que transpira da Terra animada o hálito vital

revigora o conjunto da biosfera.

 

 

 

 

ECOPOEMA: SENSIBILIDADE NA VISÃO BIOECOLÓGICA

 

As superficialidades da vida podem até ser modificadas,

mas a essência não muda.

É nesta loucura da essência de ser livre que vivo.

Não espere que outro sinalize para que você viva.

Apesar da materialidade racional

ter se tornado fundamentalmente irracional,

a sensibilidade resgata-se na espiritualidade

como a maior libido.

O ser racional banalizou a condição animal mamífero

E em sua racionalidade se extingue.

Há uma saída pela esperança

onde se compreende que somos um todo

na visão bioecológica.

Ou seremos extintos da Terra.

 

 

 

 

EGOSSISTEMA

 

Alteridade onde estás?

Interdependentes que somos,

Em lápide, jaz!

Entranhados em consumo.

 

Os outros somos nós,

racionais da monstruosidade,

conflitantes ao irracional.

 

São tantos mitos e ritos,

imagens e símbolos...

num mundo sem limites.

 

O ecossistema reclama há tempo

aos quatro cantos do vento

independente de sistema

no coletivo egossistema.

 

 

 

 

 

A COMIDA NO PLANETA É CONTROLADA

 

A comida no planeta é controlada.

A palavra sustento na verdade dói

por não ter a mesada e o amanhã salutar,

por só ser o restante das sobras do lixo.

A música parece desafinada

Nas famílias, nas escolas, na política...

A esperança revigora com resistência

na caminhada do povo calejado

por causa do trabalho muito sofrido.

Na verdade a realidade não é felicidade

e o que se vive se torna uma passagem

embora o bem sobreviva às desigualdades.

No fim de tudo, jaz a materialidade.

Apesar da desordem e da grande opressão

 A sociedade guarda a sua real resposta

através de inúmeras comunidades.

O tambor da fome geral será a revolução.

 

 

 

 

CHUVAS DE ABRIU (Abril/2019)

 

   Chuvas de abril

         que trazem um mormaço

               enchentes urbanas

                    com raio e trovão

                          águas abruptas

                               não medem o tamanho

                                    da tua reação

                                        pancadas de chuvas

                                             açudes e barragens

                                                  rompendo o chão

                                                       desfaz-se a vida

                                                           da lama erigida

                                                                surge outra imagem.

 

 

 

 

 

 

 

 

CHUVAS DE MAIO (maio/2019)

 

Chuva de maio

que caíram no Ceará

alagando Fortaleza

da Aldeota ao Lagamar

água invadindo casas

lojas, igrejas, escolas...

e muitas mães a chorar

o céu nublado

árvores caídas

muro desabado

gente ferida

canais transbordando

enchente castigando

água que muda a vida.

 

 

 

 

ECONOMIA ECOLÓGICA

 

Antes o quintal era de mato verde

Hoje só vejo cimento.

A natureza é a mãe da economia

e aqui os filhos são desobedientes.

Chegamos na autossuficiência.

Quanta ignorância!

Somo lama!

Carne que apodrece.

Por que a arrogância?

Tanto conhecimento entre a fome e a morte.

Sociedade! Sociedade?

És uma massa líquida adequada

Tantas leis no papel

e promessas de terra no céu.

Tudo vira mercadoria.

O lucro está na frente da pessoa.

O capitalista não enxerga a pessoa.

A meta é o lucro monetário.

Antes o quintal era de mato verde

hoje só vejo cimento.

 

 

 

 

ECOLOGIA FILOSÓFICA

 

Terra inteligente.

Humano barro interdependente

ecologicamente decadente.

Humano, demasiadamente desumano.

A natureza fala seu pensamento

reagindo à involução poluente,

contrapondo ao desmatamento

e anunciando o juízo final

entre o humano e o ambiente

numa tensão excludente

do capitalismo alienante

que extingue vidas lentamente

matando o Planeta pensante.

Humano! Barro! Pó!

 

 

 

 

FILOSOFIA ECOLÓGICA

 

Mente consciente

inteligência dos conhecimentos,

filosofia ecológica,

estrutura do fundamento,

da epistemologia ontológica,

argumentos recíprocos

entre o organismo e o ambiente.

Percepção da totalidade

entre o ser e o todo envolvente

é práxis includente

evitando concepção mecânica da mente

por influência alienante

que não liberta o ser pensante

racionalmente entendedor.

 

 

 

 

ECOLOGIA LIBERTADORA

 

Ergo do solo o grito faminto

de pessoas no asfalto entre carros

excluídas de outras sem compaixão

sobrevivendo do próprio barro.

 

Ecoa livre no ar entre folhas

a voz que clama libertação

pelas vidas desamparadas

pela fauna e flora e pela nação.

 

Reage a vida naturalmente

com consciência e criticidade

mas só se livra de verdade

quando se ama plenamente.

 

 

 

 

ECOCENTRISMO

 

A natureza em sua essência e valor

É o centro certo mais humanitário

E com boa amplitude e vasta grandeza

Expande a beleza do cenário.

 

A forma e o conteúdo todo expressa

equilíbrio e harmonia ontológica

como fonte da vida existente

com destaque à ética maior da história

 

Sem alguma dicotomia somos uno

intrínsecos, iguais, inseparáveis,

mistura unida, composição do húmus.

 

Somos terra humana evolutiva,

com a voz da sustentabilidade

por um porvir cuidadoso e criativo.

 

 

 

 

ECOFEMINISMO

 

Ecoa um movimento feminista

em conexão com a natureza viva

entendendo na filosofia holística

o combate à opressão capitalista.

 

Vejam! Não percebem a interdependência?

A condição histórica patriarcal

imposta sob uma exclusão misógina?

Em nome de Deus, da família e da falsa moral?

 

Eleva-se uma resistência!

Expande as ativistas!

Emerge a luta pela decência!

 

O voo do gênero e do corpo

como ave ocupa o espaço

em defesa do próprio rosto.

 

 

MANCHAS DE ÓLEO

 

O ano é 2019 depois de Cristo.

O lugar é o Planeta Terra.

Mais precisamente no Nordeste brasileiro,

no fim de agosto,

nas praias do grande Atlântico.

 

O petróleo cru se espalhou

por centenas de praias

e mais de mil toneladas de resíduos recolhidos

mataram drasticamente a vida da água e da terra.

 

As manchas de óleo como borracha,

substância densa e tóxica,

catástrofe ambiental criminosa,

envenenamento da vida na Terra.

 

 

 

 

SUSTENTABILIDADE ECOLÓGICA

 

Estratégicos da caneta

escrevem a previsão humana

para preservar a natureza

mas falta cuidado e esperança.

 

Ecólogos ecoem as pesquisas

antes do apocalipse

para defender a Terra

mas é escasso a dignidade.

 

Sustentáculos da Terra e do Céu

ajam com sua providência

transfiram a grande catástrofe

mas é inevitável a metamorfose.

 

 

 

 

ECOESPIRITUALIDADE

 

A vida é ecoespírito.

O estilo vital equilibra-se

na espiritualidade,

numa dinâmica inter-relacional

que recria a natureza

e dá sentido a nossa realidade,

inteirando-se da essência.

Do pensamento contemplativo crítico

renasce nossa responsabilidade

sobre toda a ordem e desenvolvimento

ecoa uma poesia natural

confrontando toda a pós-modernidade

num complexo materialista

− a Terra clama liberdade.

 

 

 

 

ECOCÍDIO

 

Ecossistema sacrificado

com letal pesticida,

ecocida!

Meio ambiente inteiro

destruído, prejudicado,

martirizado!

 

Veneno espalhado na terra,

na água e no ar:

mortificar!

Plenário de parlamentares,

legisladores das falácias

burocratas!

 

Crime ambiental

vai ao Tribunal Penal.

Grande mal!

Não mais o desmatamento!

Basta de queimadas!

Gente arborizada!

Ou carbonizada?

 

 

 

 

ECOSOFIA

 

Ecos da filosofia

que une pensamento e ação,

que aprofunda na lógica

do humano com a natureza

e sente toda a beleza

na meta em que foca

com sentido e direção.

 

E além de um simples termo

na sabedoria ecológica

segue o principio vital

que combate todo o mal,

não com argumentos apenas,

mas com atitude digna

que favorece à vida

e toda a biodiversidade.

 

E nesta concepção

com toda a tecnologia

vigore o cuidado afetivo

como política natural

da felicidade geral.


  

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Jonas Serafim de Sousa nasceu em 30 de março de 1962, em Recife, Pernambuco. É professor na Prefeitura de Fortaleza e atuante no Sindiute. Mestre em Avaliação de Políticas Públicas pela UFC. Publicou seu primeiro livro na Bienal de 2022 em Fortaleza com a obra "Endyra: uma aventura na Amazônia". Em 2024, publicou “Poesofia”. Residente em Pacatuba, Ceará. Publicações: jonaslivros.blogspot.com - Contato: (85) 9 8604.8862. Instagram: @jonas.serafim.